Cruzeiro repudia ausência de público em jogo contra o Palmeiras: “Indignação”

4 de dezembro de 2024 14:24
Por: Redação

Com arquibancadas vazias, times de Fernando Diniz e Abel Ferreira se enfrentam nesta quarta-feira (4), às 21h30, no Mineirão

Leonardo Gimenezda Itatiaia04/12/2024 às 12:35

Bandeira do Cruzeiro no estádio do Mineirão
Bandeira do Cruzeiro no estádio do Mineirão • Foto: Divulgação/ Cruzeiro
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O Cruzeiro se manifestou, no início da tarde desta quarta-feira (4), sobre a ausência de público para o jogo contra o Palmeiras.

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Nesta noite, às 21h30 (de Brasília), as equipes vão se enfrentar no Mineirão, em Belo Horizonte, pela 37ª rodada do Campeonato Brasileiro, com as arquibancadas vazias.

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Por meio de nota, o Cruzeiro detalhou as ações do clube, iniciadas em 18 de novembro, para que o time de Fernando Diniz entrasse em campo com o apoio do seu torcedor.

De acordo o texto, a Raposa enfatizou aos órgãos de segurança e à Confederação Brasileira de Futebol (CBF) a sua preocupação com o bem-estar dos cruzeirenses e dos palmeirenses.

No entanto, caso não fosse possível realizar o policiamento para as duas torcidas, o time mineiro solicitou que ao menos a sua torcida pudesse ir ao estádio.Play VideocruzeiroDiniz: ‘Jogar no Mineirão sem a torcida não é a mesma coisa’cruzeiro logo CruzeiroLoading official contentgoogle-play iconapp-store icon

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Veja nota do Cruzeiro

O Cruzeiro vem a público manifestar sua profunda insatisfação e indignação com o desenvolver dos acontecimentos que culminaram com a decisão que a partida desta noite aconteça com os portões fechados.

Desde o dia 18 de novembro, o clube tem atuado ativamente com interlocuções com todos os meios responsáveis, como Governo do Estado de Minas Gerais, Ministério Público, Polícia Militar de Minas Gerais, Confederação Brasileira de Futebol, Federação Mineira de Futebol e Superior Tribunal de Justiça Desportiva.

A partir do primeiro momento, o Cruzeiro deixou claro sua preocupação com o quesito segurança para a partida em questão, devido aos recentes acontecimentos registrados de violência. Dessa forma, pediu garantias aos órgãos de segurança para que a partida acontecesse com as duas torcidas e, caso não fosse possível, que ao menos a torcida cruzeirense tivesse acesso ao estádio, uma vez que não podia ser penalizado por atos que não foram de sua responsabilidade

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