CNN apurou que Diego Silva dos Anjos e criança fizeram exame na última terça-feira (14)
Rafael Saldanhada CNN20/01/2025 às 07:08 | Atualizado 20/01/2025 às 07:08
Trocar imagemTrocar imagem1 de 20Veja envolvidos em tragédia familiar no RS
Trocar imagemTrocar imagemBolo envenenado em Torres, no Rio Grande do Sul • Reprodução
Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagemOrdem das imagens: a suspeita Deise Moura dos Anjos (de branco), o sogro Paulo Luiz dos anjos (de cinza), Tatiana Denise dos Anjos (marrom) e a sogra Zeli dos Anjos (de rosa) • Reprodução
Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagemBolo envenenado: acusada (Deise Moura dos Anjos) tentou cremar corpo de sogro (Paulo Luiz dos Anjos) para esconder vestígios do crime antes do bolo envenenado • Reprodução
Trocar imagemTrocar imagemMaida Berenice da Silva, Neuza Denise dos Anjos (centro) e Tatiana Denise dos Anjos, vítimas do bolo envenenado • Redes Sociais
Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagemFoto mostra nora e sogra juntas em 2021. Deise tinha como principal alvo a sogra Zeli • Reprodução/Redes sociais
Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagemColetiva da polícia sobre o caso do bolo envenenado • Reprodução
Trocar imagemTrocar imagemPerícia faz análise dos ingredientes do bolo para encontrar o veneno • Sofia Villela/IGP/RS
Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagemPerícia faz análise no bolo envenenado de Torres para encontrar arsênio • Sofia Villela/IGP/RS
Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagemDa esquerda para direita: Diego dos Anjos (marido de Deise e filho de Paulo e Zeli), Deise dos Anjos (nora), filho de Deise e Diego, Zeli dos Anjos (sogra) e Paulo Luiz dos Anjos (sogro)
Trocar imagemTrocar imagemPerícia faz análise no bolo envenenado de Torres para encontrar arsênio • Sofia Villela/IGP/RS
Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagemPerícia faz análise no bolo envenenado de Torres para encontrar arsênio • Sofia Villela/IGP/RS
Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagemPerícia faz análise no bolo envenenado de Torres para encontrar arsênio • Sofia Villela/IGP/RS
Trocar imagemTrocar imagemPerícia faz análise no bolo envenenado de Torres para encontrar arsênio • Sofia Villela/IGP/RS
Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagemPerícia faz trabalho para identificar veneno com exumação do corpo do sogro da acusada. Durante a exumação, no ato, são pelo menos 10 pessoas do IGP envolvidas • Sofia Villela/IGP/RS
Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagemBolo envenenado: após sogra sobreviver, suspeita tentou levar pastel para ela no hospital • Reprodução
Trocar imagemTrocar imagemScanner de corpos do Instituto Geral de Perícias, onde foi periciado o corpo de Paulo dos anjos, sogro de Deise, envenenado em setembro de 2024 • ASCOM/IGP
Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagemAnalise em laboratório dos alimentos entregues por Deise para sogra no hospital • Anelize Sampaio IGP/RS
Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagemAlimentos entregues por Deise para sogra no hospital • ASCOM / IGP-RS
Trocar imagemTrocar imagemArte mostra quem é quem no caso do bolo envenenado • CNN



















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A perícia identificou arsênio na urina do marido e do filho de Deise Moura dos Anjos, suspeita por triplo homicídio no caso do bolo envenenado em Torres, no Rio Grande do Sul.
Diego Silva dos Anjos e a criança fizeram o exame na última terça-feira (14). O material colhido dos dois testou positivo para a substância, conforme apuração da CNN.
As amostras foram coletadas no Posto Médico Legal de Osório (RS) e encaminhadas para análise no Instituto-Geral de Perícias (IGP). A CNN ainda apurou que a sogra de Deise, Zeli Teresina Silva dos Santos, passou pelo mesmo exame, no qual também foi identificado a presença do arsênio.
A polícia ainda busca esclarecer quando a substância foi digerida pelo marido e pelo filho da suspeita, principalmente se foi antes ou depois da morte do sogro, Paulo Luiz dos Anjos, morto em setembro de 2024.
Deise está presa temporariamente desde o dia 5 de janeiro por triplo homicídio duplamente qualificado e tripla tentativa de homicídio. Ela é suspeita de ter envenenado um bolo com arsênio, que matou três mulheres e deixou outras duas pessoas internadas, incluindo sua sogra, Zeli dos Anjos, na véspera de Natal de 2024.Play Video
A investigação, nomeada “Operação Acqua Toffana”, aponta que Deise teria um histórico de desavenças familiares e que a sogra seria seu principal alvo.
A polícia já confirmou que o sogro de Deise, Paulo Luiz dos Anjos, também foi morto por envenenamento por arsênio, três meses antes do incidente com o bolo. O veneno foi encontrado em amostras de leite em pó.

Após a confirmação da morte de Paulo Luiz por envenenamento, a polícia passou a investigar se Deise cometeu outros crimes semelhantes.
Entenda como ela manipulou família para esconder crimes.
Mensagens recuperadas do celular de Deise revelam que ela pesquisou sobre arsênio na internet antes dos crimes e que tentou encobrir seus rastros, manipulando a família. Ela tentou cremar corpo de sogro para esconder vestígios do crime, diz a polícia.
A polícia acredita que Deise possa ter tentado envenenar outras pessoas além das vítimas do bolo com arsênio e do sogro. O delegado responsável pelo caso, Marcos Veloso, afirmou que todas as mortes por intoxicação no círculo de convivência de Deise serão investigadas.