A defesa de Karen de Moura Tanaka Mori, conhecida como ‘Japa do Crime’ e investigada por suposta ligação com o Primeiro Comando da Capital (PCC), pediu à Justiça a retirada da tornozeleira eletrônica. A alegação é de que ela usa o equipamento há quase dois anos, sem ser denunciada, e que a medida se tornou “instrumento de punição e tortura psicológica”.
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Karen é investigada por lavar dinheiro para a facção e foi presa em fevereiro de 2024 com mais de R$ 1 milhão e US$ 50 mil, mas teve a prisão convertida em domiciliar por conta do filho, de 13 anos. Posteriormente, a prisão foi revogada e foram impostas medidas cautelares, como uso de tornozeleira.