A proposta do governo federal de estabelecer um piso mínimo para entregas por aplicativo foi recebida com entusiasmo por entregadores e entidades que representam os motoboys, principais beneficiados pelas mudanças. Para lideranças da categoria, a fixação de um valor mínimo de R$ 10 por entrega, acrescida do adicional de R$ 2,50 por quilômetro rodado em trajetos mais longos, representa um avanço na valorização do trabalho e na garantia de uma remuneração mais justa.
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Ao Terra, Edgar Francisco da Silva, conhecido como Gringo Motoka, entregador e presidente da Associação dos Motofretistas de Aplicativos e Autônomos do Brasil (AmaBRA), disse que a proposta é um passo importante para corrigir distorções no modelo atual, destacando especialmente a previsão de pagamento integral em casos de entregas agrupadas, prática comum nas plataformas, mas que, segundo os trabalhadores, nem sempre resulta em repasse proporcional.