Apostas otimistas para o euro ganham força esta semana, depois que o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, jogou água fria sobre as perspectivas de que o banco central dos EUA está prestes a retirar o estímulo à economia americana.
A inflação mais alta nos EUA será temporária e não justifica taxas de juros mais altas, disse Powell. Isso reduziu a diferença entre os ganhos esperados por investidores nos EUA e na Europa e também enfraqueceu apostas em um dólar mais forte. Além disso, reforçou a tese de estrategistas de câmbio, segundo a qual o rali do euro em abril ainda tem fôlego.

“Está claro que a retirada monetária do Fed estará fora da agenda no curto prazo, o que limita a alta dos rendimentos dos EUA e ajuda os ‘bulls’ do euro-dólar”, disse Audrey Childe-Freeman, estrategista-chefe de câmbio do G-10 da Bloomberg Intelligence, em referência a investidores que esperam mais ganhos para a moeda única.
Isso marca uma grande mudança de visão em relação ao euro, que começou o ano com desempenho inferior em comparação à libra esterlina e ao dólar, enquanto o continente europeu enfrentava falta de vacinas e casos de Covid teimosamente altos.
Apostas otimistas para o euro ganham força esta semana, depois que o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, jogou água fria sobre as perspectivas de que o banco central dos EUA está prestes a retirar o estímulo à economia americana.
A inflação mais alta nos EUA será temporária e não justifica taxas de juros mais altas, disse Powell. Isso reduziu a diferença entre os ganhos esperados por investidores nos EUA e na Europa e também enfraqueceu apostas em um dólar mais forte. Além disso, reforçou a tese de estrategistas de câmbio, segundo a qual o rali do euro em abril ainda tem fôlego.
“Está claro que a retirada monetária do Fed estará fora da agenda no curto prazo, o que limita a alta dos rendimentos dos EUA e ajuda os ‘bulls’ do euro-dólar”, disse Audrey Childe-Freeman, estrategista-chefe de câmbio do G-10 da Bloomberg Intelligence, em referência a investidores que esperam mais ganhos para a moeda única.
Isso marca uma grande mudança de visão em relação ao euro, que começou o ano com desempenho inferior em comparação à libra esterlina e ao dólar, enquanto o continente europeu enfrentava falta de vacinas e casos de Covid teimosamente altos.
Fonte: https://exame.com/