Após pressão de bolsonaristas, Pimenta vai à Câmara explicar investigações sobre fake news

11 de junho de 2024 08:54
Por: Redação

Audiência está marcada para 14h30 desta terça-feira (11)Parlamentares querem que o ministro explique o pedido feito pelo governo à PF para investigar perfis que supostamente divulgaram notícias falsas sobre a tragédia do Rio Grande do SulParlamentares querem que o ministro explique o pedido feito pelo governo à PF para investigar perfis que supostamente divulgaram notícias falsas sobre a tragédia do Rio Grande do Sul24/05/2024 – Divulgação/Joaquim Moura

Rebeca Borgesda CNN

Brasília

11/06/2024 às 03:11 | Atualizado 11/06/2024 às 07:32

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O ministro Paulo Pimenta (Secretaria Extraordinária de Apoio à Reconstrução do Rio Grande do Sul) participa, nesta terça-feira (11), de uma audiência na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara.

Parlamentares querem que o ministro explique o pedido feito pelo governo à Polícia Federal (PF) para investigar perfis que supostamente divulgaram notícias falsas sobre a tragédia do Rio Grande do Sul.

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O pedido de investigação foi feito pelo Ministério da Justiça. Após a solicitação, a Polícia Federal abriu, no início de maio, um inquérito para apurar o caso.

requerimento de convite a Pimenta foi apresentado pelo deputado Paulo Bilynskyj (PL-SP) defendeu que a “expressão de pensamento não seja objeto de punição”. O parlamentar também chamou a instauração do inquérito de “abuso de autoridade”.

“A ação de iniciar um inquérito policial sem evidências de conduta criminosa e provocar a instauração de um processo penal sem uma causa justificada são consideradas infrações de abuso de autoridade”, escreveu Bilynskyj no requerimento.

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No início de maio, os deputados da CCJ também tentaram aprovar um requerimento de convocação do ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, para explicar o pedido de investigações.

No entanto, o item foi retirado de pauta após um acordo entre os parlamentares. Eles decidiram participar de uma reunião presencial com o ministro, no Ministério da Justiça, para discutir o assunto.

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