BRASÍLIA – A liquidação extrajudicial do Banco Pleno, determinada na manhã desta Quarta-feira de Cinzas, ocorreu porque a instituição já não tinha liquidez para honrar compromissos de curtíssimo prazo. Segundo apurou o Estadão/Broadcast, esse foi um caso “simples”, distante das suspeitas de fraude que marcam o Banco Master.
O Pleno (à época, Banco Voiter) foi vendido pelo Master para um ex-sócio do banco, Augusto Lima, em julho de 2025. Para conceder a autorização de compra, o Banco Central fez uma série de exigências, incluindo aumentos de capital e que a instituição não emitisse novos Certificados de Depósito Bancário (CDBs), para limitar sua exposição ao Fundo Garantidor de Créditos (FGC).