‘BBB21’ termina nesta terça-feira com recordes de rejeição e discussões sociais; relembre edição

 

Quem tem medo do cancelamento?

 

As primeiras semanas do programa foram marcadas por um fantasma: o grande medo do cancelamento. A atitude pode ser um reflexo da edição passada, que deixou cancelados, investigados, mas também alavancou carreiras e deixou uma porção de influenciadores digitais.

Com níveis altíssimos de rejeição, alguns participantes foram mesmo cancelados, mas a vida e os trabalhos seguem.

Batom de cereja domina o Brasil

 

Israel e Rodolffo — Foto: Flaney Gonzallez

Israel e Rodolffo — Foto: Flaney Gonzallez

“Enquanto o som do paredão toca, cê gasta o seu batom de cereja / Eu bebo, cê beija, Eu bejo, cê beija”

 

O refrão chiclete de “Batom de cereja”, da dupla Israel e Rodolffo, pegou o Brasil: a música se tornou a mais tocada no ranking diário do Spotify no país e alcançou o top 100 global do serviço de streaming.

Mesmo com o grande número de cantores na edição, o que mais bombou foram as músicas fitas aqui fora, mas inspiradas nos participantes. Juliette foi a rainha das homenagens musicais, com funk, remix e forró feitos para ela.

Sotaque

 

Caio, Rodolffo e Juliette no "BBB21" — Foto: Reprodução/TV Globo

Caio, Rodolffo e Juliette no “BBB21” — Foto: Reprodução/TV Globo

No começo do jogo, a mistura de sotaques rendeu e muita gente achou que alguns brothers e sisters estavam forçando a barra para criar um personagem. Nesta edição do reality, Caio e Rodolffo chamaram atenção com um forte sotaque goiano, visto como caipira. E o sotaque paraibano de Juliette foi alvo de críticas na casa.

Mas as características do sotaque são parte importante da identidade de uma pessoa, da forma como as pessoas interagem e como são vistas por um grupo.

Bastião, basculho, fenotipicamente…

 

De 'bastião' a 'tchaki tchaki': No 'BBB21', como linguagem peculiar pode conquistar fãs? — Foto: Daniel Ivanaskas/G1

De ‘bastião’ a ‘tchaki tchaki’: No ‘BBB21’, como linguagem peculiar pode conquistar fãs? — Foto: Daniel Ivanaskas/G1

Com uma mistura tão grande, muitas palavras diferentes, regionais ou curiosas dominaram as conversas e deixou muita gente confusa aqui fora. A psicóloga Lumena foi quem mais usou um dicionário próprio, composto de expressões ligadas à militância, como fenotipicamente, jornadas e itinerários.

Já Caio e Gil divertiram com seus bordões: crochê, bastião, basculho, cachorrada, tchaki tchaki e virgorar.

Fonte:  G1.com