Farmacêutica alemã que desenvolveu vacina em parceria com a Pfizer disse que não há evidências de que alterações sejam necessárias para eficácia contra variantes
“Até o momento não há evidência de que seja necessária uma adaptação da atual vacina anticovid da BioNTech contra as variantes identificadas”, afirmou a empresa em um comunicado.
A BioNTech, no entanto, afirmou em março que iniciara os testes para uma “versão modificada, específica para as variantes”, antecipando a necessidade de em algum momento fazer ajustes a sua vacina atual.
“Este estudo pretende explorar o caminho regulatório que BioNTech e Pfizer deverão seguir se o vírus SARS-CoV-2 mudar de maneira suficiente para exigir uma vacina atualizada”, indicou a empresa.
Também há uma avaliação em curso a respeito do impacto de uma possível terceira dose da vacina para prorrogar a imunidade e proteger contra as variantes do vírus.
O fundador e diretor da BioNTech, Ugur Sahin, disse em abril que a vacina protege contra a variante indiana do vírus.
A vacina BioNTech/Pfizer foi a primeira a ser autorizada em países ocidentais e foi enviada a dezenas de nações.
Atualmente é aplicada em mais de 90 países e sua produção deve alcançar três bilhões de doses até o fim deste ano.

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Fonte: https://www.otempo.com.br/
