Em 12 de junho de 2025, os Estados Unidos e a China anunciaram em Londres um quadro de acordo comercial que representa uma trégua delicada na escalada tarifária entre as duas maiores economias do mundo.

O que ficou acertado?
- Exportação de terras raras: A China concordou em retomar a exportação de minerais críticos — como terras raras e ímãs — sob licenciamento acelerado washingtonpost.com.
- Redução recíproca de tarifas: Os EUA aceitaram diminuir restrições tecnológicas e permitir o retorno de vistos para estudantes chineses. Ambas as partes se comprometeram a tarifas recíprocas de 55% para produtos chineses e 10% para produtos americanos .
Declarações oficiais
- O porta-voz do Ministério do Comércio da China, Lin Jian, reafirmou que “China sempre cumpre sua palavra” e enfatizou que o consenso deve ser seguido por ambos os lados economictimes.indiatimes.com+4reuters.com+4theedgemarkets.com+4.
- O vice-primeiro-ministro chinês He Lifeng descreveu as negociações como “francas e profundas” e pediu continuidade no diálogo para construir consenso e evitar mal-entendidos reuters.com+4reuters.com+4theguardian.com+4.
Reação e análises
- O acordo foi recebido com cautela pelos mercados, que entenderam o trâmite mais como um marco simbólico do que um acordo detalhado .
- O Wall Street Journal, criticou o que chamou de retórica agressiva de Trump, e classificou o pacto como um “recuperação do status quo anterior”, sem avanços concretos .
- O FMI já declarou que vai incorporar essa recente trégua em sua próxima previsão global, que será publicada em julho de 2025, reforçando a expectativa de que o acordo tenha efeito macroeconômico economictimes.indiatimes.com+4reuters.com+4wsj.com+4.
