
O governo baiano obteve nos últimos seis anos uma economia real de R$ 7,8 bilhões nas despesas com o custeio da administração. Segundo a Secretaria da Fazenda do Estado (Sefaz-BA), o valor efetivamente gasto nesta área permaneceu nos mesmos patamares, chegando a registrar pequena redução no comparativo entre 2018 e 2020.
O resultado é atribuído a política de Qualidade do Gasto Público implantada em 2015, logo no início da primeira gestão do governador Rui Costa. O cálculo leva em conta a inflação do período e concentra-se nas despesas de custeio, ou seja, aquelas relacionadas aos gastos com a manutenção da administração estadual, a exemplo de água, energia e material de consumo.
Esses valores não incluem os gastos com atividades finalísticas, como aquelas que, na área de Saúde, foram destinadas a combater os efeitos da pandemia do coronavírus. O dinheiro economizado ajudou a preservar o equilíbrio das contas e a ampliar os investimentos.
“Ao liberar recursos de custeio para investimento público, a qualidade do gasto é diretriz estratégica para a melhoria efetiva nos indicadores de áreas como saúde, educação, segurança e emprego e renda, metas prioritárias do governo baiano”, comenta o secretário da Fazenda, Manoel Vitório.
