Forças de Defesa de Israel (FDI) confirmaram sua retirada em um comunicado nesta segunda-feira (1º), dizendo que haviam concluído “atividades operacionais precisas” na área
Palestinos caminham pelo complexo do hospital Al-Shifa após retirada do Exército de Israel, em Gaz, em 1º de abril de 2024.Dawoud Abo Alkas/Anadolu via Getty Images
Abeer SalmanLucas LilieholmJessie Yeungda CNN
01/04/2024 às 08:03 | Atualizado 01/04/2024 às 08:04
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As forças militares israelenses retiraram-se do maior hospital de Gaza, o Al-Shifa, após um cerco de 14 dias que, segundo testemunhas e autoridades de Gaza, deixou o centro médico em grande parte destruído.
“A situação é muito má”, disse Mahmoud Bassal, porta-voz da Defesa Civil de Gaza, na segunda-feira.
O Al-Shifa está “completamente destruído e incendiado. Muitos de seus edifícios estão totalmente destruídos ou carbonizados”, disse ele.
“Feridos e mortos enchem o terreno do hospital”, acrescentou. “Há corpos enterrados nos pátios do hospital”, completou. Imagens da região mostraram a destruição generalizada.
Mais de 30 feridos foram transportados do Al-Shifa para o Hospital Batista Al-Ahli, a leste da cidade de Gaza, disse Bassal.
