Inflação desacelera em junho e avança 0,21%, diz IBGE

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No ano, a alta de preços acumulada é de 2,48% e, nos últimos 12 meses, de 4,23%Preços de serviços ainda são preocupantes na visão dos especialistas que acompanham a inflação do paísPreços de serviços ainda são preocupantes na visão dos especialistas que acompanham a inflação do país11/01/2017REUTERS/Paulo Whitaker

Da CNN

10/07/2024 às 09:04 | Atualizado 10/07/2024 às 09:18

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A inflação do país foi de 0,21% em junho, desacelerando em relação ao mês de maio, quando foi de 0,46%, segundo dados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) divulgados hoje (10) pelo IBGE.

Pesquisa da Reuters apontou que a expectativa de analistas era de alta de 0,32% no período, acumulando em 12 meses alta de 4,35%.

No ano, a alta de preços acumulada é de 2,48% e, nos últimos 12 meses, de 4,23%.

De acordo com o instituto, o principal impacto veio do grupo de Alimentação e bebidas, que apresentou alta de 0,44%, menor que em maio (0,62%), e contribuiu com 0,10 ponto percentual (p.p.) para o índice de junho.

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Na Alimentação no domicílio, o IBGE diz que os preços tiveram alta de 0,47%, desacelerando em relação à alta de maio (de 0,66%). Entre as quedas que contribuíram para esse resultado, destacam-se a cenoura (-9,47%), a cebola (-7,49%) e as frutas (-2,62%).

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Grupo com maior variação, Saúde e cuidados pessoais teve alta de 0,54%, influenciado pelos perfumes, que subiram 1,69%, e também pela alta dos planos de saúde, de 0,37%. Outro destaque no índice de junho foi no grupo Habitação, cujos preços subiram 0,25%.

Os únicos grupos que apresentaram queda foram Comunicação, de 0,08%, e Transportes, com recuo de 0,19% nos preços após subir 0,44% em maio. No caso deste último, impactado pela redução na passagem aérea, de 9,88% e -0,06 p.p. de contribuição no índice geral.

Os combustíveis tiveram alta de 0,54%, com o óleo diesel (-0,64%) e o gás veicular (-0,61%) apresentando recuo e a gasolina (0,64%) e o etanol (0,34%) com alta.

*Em atualização.