PMs de escolta dão detalhes sobre a morte de empresário em Guarulhos; veja

11 de novembro de 2024 08:51
Por: Redação

CNN obteve o depoimento de integrantes da equipe de seguranças à Corregedoria da PM e ao DHPP11/11/2024 às 06:30

  • Trocar imagemTrocar imagemAeroporto de Guarulhos tem tiroteio; empresário ligado ao PCC é morto • Reprodução
  • Trocar imagemTrocar imagemAeroporto de Guarulhos tem tiroteio; empresário ligado ao PCC é morto • Reprodução
  • Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagemImagens de câmera de segurança mostram o momento do tiroteio. • Reprodução
  • Trocar imagemTrocar imagem
  • Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagemImagens de câmera de segurança mostram o momento do tiroteio. • Reprodução
  • Trocar imagemTrocar imagemImagens de câmera de segurança mostram o momento do tiroteio. • Reprodução
  • Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagem6 de 19Aeroporto de Guarulhos tem tiroteio; empresário ligado ao PCC é morto • Reprodução
  • Trocar imagemTrocar imagem
  • Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagemAeroporto de Guarulhos tem tiroteio; empresário ligado ao PCC é morto • Reprodução
  • Trocar imagemTrocar imagemAeroporto de Guarulhos tem tiroteio; empresário ligado ao PCC é morto • Reprodução
  • Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagemImagens de câmera de segurança mostram o momento do tiroteio. • Reprodução
  • Trocar imagemTrocar imagem
  • Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagemCelso Araújo com seus dois filhos. • Reprodução/Redes sociais
  • Trocar imagemTrocar imagemCelso Araujo Sampaio de Novais, morto no ataque no Aeroporto de Guarulhos.
  • Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagemAeroporto de Guarulhos tem tiroteio; empresário ligado ao PCC é morto • Reprodução
  • Trocar imagemTrocar imagem
  • Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagemImagem mostra local onde atentado ocorreu, no Terminal 2 do Aeroporto de Guarulhos • Reprodução/Google StreetView
  • Trocar imagemTrocar imagemImagens de câmera de segurança mostram o momento do tiroteio. • Reprodução
  • Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagemImagem mostra mapa da área de desembarque do Terminal 2, onde ocorreu o atentado na tarde desta sexta (8)
  • Trocar imagemTrocar imagem
  • Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagemImagem mostra mapa da área de embarque do Terminal 2, onde ocorreu o atentado na tarde desta sexta (8) • Reprodução
  • Trocar imagemTrocar imagemO empresário Vinicius Gritzbach, que estava jurado de morte pelo PCC, morreu após atentado no Aeroporto de Guarulhos, na tarde desta sexta (8) • Reprodução/Redes Sociais
  • Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagemAntônio Vinicius Gritzbach foi morto no Aeroporto de Guarulhos • Reprodução
  • Trocar imagemTrocar imagem
  • Trocar imagemTrocar imagemTrocar imagemImagens de câmera de segurança mostram o momento do tiroteio. • Reprodução

visualização full

Facebook
Twitter
Linkedin
WhatsApp
Copiar link
Ouvir notícia

0:001.0x

A falha mecânica de um veículo da escolta armada do empresário Antônio Vinicius Gritzbach pode ter sido crucial para que criminosos conseguissem executar o delator no Aeroporto Internacional de Guarulhos, na útlima sexta-feira (8), em plena luz do dia.

PUBLICIDADE

CNN obteve os depoimentos dos integrantes da equipe de segurança do empresário e os detalhes revelados por eles aos investigadores você confere nesta reportagem.

Tudo começou por volta das 14h de sexta-feira. Foi neste horário que um grupo de quatro policiais deixou o bairro do Tatuapé, na zona leste de São Paulo, indo em direção ao aeroporto de Guarulhos, onde Vinícius e sua namorada chegariam de viagem. Eles estavam em dois carros: uma Chevrolet TrailBlazer e uma Amarok.

Avisados que o voo tinha atrasado, os seguranças pararam num posto Ipiranga próximo ao aeroporto para esperar. Eles estavam com o filho e o sobrinho do empresário. Um quinto policial militar, que também prestou depoimento à Corregedoria da PM e ao Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), acompanhava Vinícius na viagem de avião.

Segundo os depoimentos obtidos pela CNN, a parada foi por volta de 15h20 e durou alguns minutos, apenas, pois logo o empresário chegou e o segurança que estava com ele avisou os outros policiais da escolta.Play Video

Eles contam que, naquele momento, a proteção do empresário era feita por pelo menos cinco policiais: um estava com ele e os outros quatro nos dois carros. Os policiais não estavam em serviço, mas em férias e folga, conforme relatado.

O esquema de segurança desvinculado das funções da PM era feito em forma de ‘bico’, sempre coordenado por um tenente da Força Tática, que dá expediente no 23º Batalhão da PM e não estava no local do assassinato.

Na hora de deixarem o posto, a Amarok, no entanto, falhou — e não dava partida. Neste momento, o único dos quatro policiais que estava desarmado — porque alegou ter ido ao hospital mais cedo no mesmo dia — pegou o filho e o sobrinho de Vinícius e foi ao aeroporto.

Ele1 - Criar site de notícias