Em 2024, mais de 18 mil idosos com demência deixaram suas casas e desapareceram no Japão. Quase 500 foram encontrados mortos. Segundo a polícia, o número de casos dobrou desde 2012.
Pessoas com 65 anos ou mais respondem hoje por quase 30% da população japonesa (do total de quase 124 milhões) — a segunda maior proporção do mundo, atrás de Mônaco, segundo o Banco Mundial. A crise se aprofunda com a queda da força de trabalho e as restrições à entrada de estrangeiros para atuar nos cuidados.
