Tarifaço provoca férias coletivas e demissões no setor de madeira

Diego Armando Maradona morreu nesta quarta-feira, aos 60 anos, após uma parada cardiorrespiratória. Um dos grandes da história do esporte e maior ídolo do futebol argentino, o astro sofreu um mal súbito no fim da manhã, quando ambulâncias foram chamadas à casa onde ele se recuperava de uma cirurgia no cérebro, em Tigre, na zona […]

O aumento da tarifa de 50% imposto pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros já gera reflexos diretos no setor de madeira. Desde julho, pelo menos 1,4 mil funcionários foram colocados em férias coletivas e 100 trabalhadores perderam seus empregos em diferentes estados.

Segundo representantes do setor, a medida americana reduziu a competitividade da madeira brasileira no mercado externo, afetando principalmente pequenas e médias exportadoras. Muitas empresas alegam não ter condições de manter o mesmo ritmo de produção diante da queda nos pedidos.

Além das demissões e férias coletivas, há relatos de paralisações temporárias em linhas de produção. Analistas alertam que, caso o cenário persista, o impacto poderá se ampliar para outros segmentos ligados à cadeia da madeira, como móveis e papel.

O governo federal anunciou que busca soluções para minimizar os efeitos do chamado “tarifaço”, mas empresários afirmam que as medidas precisam ser rápidas para evitar novas perdas de empregos e fechamento de fábricas.